Nova exposição de Mauricio Chaer será aberta nesta sexta-feira no Centro Cultural

Secretaria de Cultura

23 de janeiro de 2019
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A partir desta sexta-feira (25/01), a Galeria de Artes Wanda Coelho Barbieri, no piso térreo do Centro Cultural de Mogi das Cruzes, recebe a exposição “Galhinhos Entre Nós”, do artista plástico mogiano Mauricio Chaer. A mostra faz parte da programação do 6º Festival de Verão e ficará aberta até o dia 28 de fevereiro, com visitação gratuita. A abertura oficial acontecerá às 20 horas, com a presença do artista, que recepcionará o público. 

A exposição revela a série mais recente de trabalhos de Chaer, com 18 obras no total, produzidas ao longo dos últimos dois anos. O processo de criação das peças teve início pela recolha, por parte do próprio artista, de galhos pertencentes a um cedro de seu próprio ateliê, no Botujuru e também de outros locais da cidade.

Imersos em parafina, esses galhos foram sendo moldados em estruturas delicadas e leves, depois amarradas e revestidas por coloridos fios de lã. Para garantir sustentação, as peças contam com base aramada. Como resultado, surgiram esculturas de diferentes tamanhos e versáteis, que remetem a elementos da natureza, como árvores, frutos e folhas.

O aspecto alegre e já característico das obras de Chaer se faz presente novamente nesse projeto, que mais uma vez prova como elementos simples podem ser convertidos em belas obras.

Sobre Mauricio Chaer

Mauricio Chaer é um nome de peso das artes plásticas de Mogi das Cruzes. Conhecido pelas curvas, volume e cores de suas peças, ele mantém um ateliê no bairro do Botujuru desde 1979 e tem obras instaladas em diversas cidades do país e até no exterior, em cidades como Madri e Lisboa.

Em equipamentos e espaços públicos, as obras de Chaer também são facilmente encontradas. Ele assina,  por exemplo, a escultura da Praça Assumpção Ramirez Eroles, na Vila Nova Mogilar, bancos e outras instalações no Parque Centenário, a obra na Praça Monsenhor Roque Pinto de Barros, em frente ao Centro Cultural, a obra Arabescos, no canteiro central da rua Manoel Bezerra de Lima Filho, o monumento Amanhecer, na avenida Júlio Simões, entre outros. A maioria é confeccionada em ferro e cimento e revestida com pastilhas vidrotil. (Lívia de Sá)